ENTRE O FUTEBOL E A TRADIÇÃO
- Periféricos

- há 24 horas
- 2 min de leitura
Tatiane Macena registra as marcas deixadas por um período em que o São João vestiu verde e amarelo

Sobre a Obra
Em 2026, o São João e a Copa do Mundo dividiram o mesmo calendário. Nas ruas, as tradicionais bandeirinhas verde e amarelas ocuparam fachadas, postes, calçadas e cruzamentos. O Lente Periférica registra esse encontro. Fogos, fogueiras, comidas típicas e bandeirolas, surgem ruas pintadas, camisas da seleção e moradores que transformaram o espaço público em lugar de celebração.
Seja para esperar a noite de São João, do São Pedro ou o apito inicial de uma partida da seleção brasileira. Em ambos os casos, o que movia as pessoas era a vontade de estar juntas. A eliminação do Brasil encerrou mais cedo o sonho do título, mas não apagou os vestígios da celebração do povo.
Entre a festa e o futebol, ficou a lembrança de uma cidade que, por algumas semanas, escolheu celebrar coletivamente. Esta série observa esses detalhes: as marcas deixadas por um tempo em que o São João vestiu verde e amarelo e as ruas se tornaram palco de pertencimento, memória e encontro.
Sobre a autora

Jornalista pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), e mestranda na mesma instituição. Mulher preta, periférica e fruto de escola pública, na reta final da graduação, sentiu a necessidade de desenvolver como trabalho de conclusão de curso uma "Cobertura alternativa para as periferias de Aracaju", com foco no bairro Santa Maria (seu lugar de pertencimento). Assim, fundou o Periféricos.
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